quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Por que ficamos vermelhos quando estamos com vergonha?

Quem não já passou por um momento no qual algo constrangedor aconteceu e de repente seu rosto fica avermelhado? por que isso ocorre?
Quando nos envergonhamos ocorre um desencadeamento de reações no nosso corpo, como a liberação do hormônio adrenalina que provoca aceleração dos batimentos cardíacos e aumenta o fluxo sanguíneo e a dilatação dos vasos sanguíneos do rosto, como consequência o rosto fica avermelhado, esse efeito é agravado quando a pele é clarinha.
Ficar vermelho num momento desses é algo natural e não provoca nenhum problema para a pessoa, segundo Charles Darwin essa é a "mais peculiar e humana de todas as expressões".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Bebê nasce "grávida" de gêmeos em Hong Kong

    • Tomografia mostra a espinha dorsal dos dois fetos, encontrados no ventre de um bebê recém-nascido, em Hong Kong, em 2010
    Uma recém-nascida de três semanas foi submetida a uma cirurgia para a retirada de dois pequenos fetos com idade entre oito e dez semanas, que estavam localizados em seu ventre. O caso clínico extraordinário aconteceu em 2010, mas só foi divulgado na última edição da revista científica "Hong Kong Medical Journal". A princípio, os médicos acreditavam que o bebê tivesse nascido com um tumor.
Os fetos tinham pernas, braços, espinha dorsal, costelas e intestinos. Um deles pesava 14,2 gramas e o outro 9,3 gramas. Ambos tinham cordão umbilical. A cirurgia, realizada por médicos do Queen Elizabeth Hospital, em Hong Kong, foi bem sucedida.
A condição é chamada de foetus in fetu (feto dentro de feto, em tradução livre) e ocorre em um a cada 500 mil nascimentos. Menos de 200 casos como esse foram registrados no mundo, já que nem todos são reportados. Ainda não se sabe o que causa a condição.
"Era impossível detectar esta condição no ultrassom durante a gravidez, uma vez que os embriões eram muito pequenos", afirmou o ginecologista Yu Kai-man. "Uma vez que seria impossível que o bebê tivesse engravidado na barriga da mãe, está claro que a fertilização dos dois fetos foi feita no momento da concepção, pelos pais da criança, o que pode ser chamado de gravidez múltipla", concluiu o médico responsável pelo caso. 
Fonte: www.uol.com.br

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Lajedo oferece cinco cursos do Pronatec

Os lajedenses foram contemplados com cinco cursos online gratuitos fornecidos pelo Pronatec e que serão realizados na Casa das Juventudes, na Rua Dom João da Mata, número 48. Voltados para adolescentes de baixa renda com idade mínima de 14 anos, os cursos têm propósito de capacitar e empregar os jovens de Lajedo.

As inscrições já estão sendo feitas na própria sede da Casa das Juventudes, e os interessados devem levar documentos pessoais (registro de nascimento ou identidade, CPF ) e comprovante de residência. A ação é apoiada pela Associação Telecentro de Informação e Negócios – ATN através das ações do Plano Brasil Sem Miséria , coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Eis os cursos online disponíveis:
Cursos de informática da Microsoft;
Cursos de boas práticas na área de alimentação da Ticket;
Cursos de empreendedorismo do Sebrae; 

(Da Assessoria de Imprensa da Prefeitura).
Retirado do Blog de Roberto Almeida

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Você sabia que a maior parte das células do seu corpo não é humana?

É de deixar qualquer um espantado: 90% das células presentes no nosso corpo não são humanas. Em outras palavras, você é muito mais micróbios do que você mesmo. Esses "invasores", embora "invisíveis", são fundamentais para o nosso equilíbrio. Mas qualquer deslize nesse ecossistema pode causar doenças, muitas delas graves. Por isso, não se descuide: o perigo mora dentro de você e também fora, na superfície da sua pele.
Especialista no tema, o pesquisador Luis Caetano Antunes, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, da Fundação Oswaldo Cruz, explica que os seres humanos são colonizados por mais de 35 mil espécies diferentes de bactérias, segundo algumas estimativas. "Lembrando que esse número não leva em conta vírus, protozoários etc", esclarece.
Considerando apenas um indivíduo, a estimativa é de mais de mil espécies diferentes. "Já se você considerar cepas (que são indivíduos pertencentes à mesma espécie, mas com características peculiares), esse número sobe para mais de 7 mil", diz. Se você pudesse colocar todas elas numa balança, os ponteiros marcariam aproximadamente 1 kg, uma vez que as células das bactérias são bem menores que as humanas.
Essa microbiota (flora e fauna microscópica de uma região) é formada assim que chegamos ao mundo. Antunes afirma, inclusive, que bebês nascidos por parto normal têm micróbios diferentes daqueles que nascem por cesariana, pois o contato com o canal vaginal da mãe funciona como um "primeiro banho" de micro-organismos.

Intestino é albergue

Apesar de se estabilizar depois que a pessoa completa 1 ano de idade, a população de micro-organismos está sempre em evolução, graças ao contato com o ambiente externo. Assim, a variedade e a quantidade são maiores em locais mais expostos, como boca, pele, olhos, estômago, intestino, tratos respiratórios, genitais e urinários.
A parte do nosso corpo mais colonizada é de longe o intestino, com 70% do total de bactérias, segundo o pesquisador. "Um dos motivos é que o intestino possui uma quantidade grande de nutrientes para as bactérias. Além disso, ainda existem secreções, células humanas mortas etc", diz Luis Caetano Antunes.
O especialista também chama atenção para o tamanho desse órgão, que é cheio de vilosidades (dobras, basicamente). "O intestino humano, quando esticado, tem área equivalente a uma quadra de tênis, ou cerca de 200 metros quadrados", informa.
Médicos, cientistas e nutricionistas têm alertado para a importância da microbiota intestinal. Não é à toa que produtos com lactobacilos se tornaram mais comuns nas prateleiras dos supermercados.
Antunes descreve três funções principais desse exército de micróbios. A primeira é a nutrição: "Os micro-organismos intestinais auxiliam na degradação de nutrientes que o ser humano, sozinho, não conseguiria degradar", diz. Além disso, eles produzem substâncias, como vitaminas, que nós não produzimos, e afetam as células para que elas consigam extrair mais energia da dieta.
A segunda é treinar o sistema imunológico, fazendo-o identificar o que representa ou não uma ameaça ao nosso organismo. "Um exemplo dessa função vem da observação de que hoje em dia as taxas de doenças relacionadas ao sistema imune (doenças alérgicas, principalmente) está muito mais alta, e isso tem sido associado ao uso indiscriminado de antibióticos, aumento no número de partos por cesariana e excesso de limpeza", comenta o pesquisador.
A terceira (e não menos importante) missão da microbiota é nos defender contra agentes nocivos. "Sem as bactérias naturais do nosso corpo ficamos muito mais vulneráveis aos ataques de bactérias perigosas", garante Luis Caetano Antunes, lembrando que há uma série de infecções que são mais comuns em pessoas com histórico de uso recente de antibióticos. "Eles matam as bactérias inofensivas, abrindo espaço para que outras bactérias invadam o nosso organismo e causem doenças."

Boca cheia

Um dos primeiros cientistas a observar a existência de comunidades de bactérias em nosso corpo foi o holandês Antonie van Leeuwenhoek, que no século 17 analisou um raspado da superfície de seus dentes e descobriu um grande número de seres vivos minúsculos.
Uma organização também holandesa, chamada TNO, divulgou recentemente, após um estudo, que nossa boca abriga cerca de 700 variedades diferentes de bactérias. Os pesquisadores descobriram que um único beijo de língua é capaz de transferir 80 milhões de bactérias de uma boca para outra. Os dados foram publicados na revista Microbiome.
Algumas pessoas podem ficar enojadas, mas a verdade é que beijar pode ser uma maneira de fortalecer o sistema imunológico, tomando por base a lógica descrita pelo pesquisador da Fiocruz.

Pele que habito

Se os micróbios do intestino representam um exército estratégico dentro do corpo, os que habitam nossa pele são a linha de frente. "É a armadura que nos protege contra agentes externos", considera o médico Jayme de Oliveira Filho, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Assim como na selva a falta de leões pode levar ao excesso de zebras, qualquer desequilíbrio na microbiota da pele pode levar a problemas variados. A integridade pode ser afetada por banhos longos e quentes, e até pelo uso excessivo de álcool em gel e sabonetes antibacterianos. "Se você usa um produto que promete matar 99% das bactérias, ainda sobrarão muitas, mas você pode matar aquelas que são úteis à pele", diz o médico.
Tomar muito sol sem filtro também é uma forma de agredir a cútis. É por isso que muita gente tem crises de herpes labial, doença provocada por vírus, depois que volta da praia. Ou adquire manchas nos braços e nas costas (pitiríase versicolor), provocadas por um tipo de fungo. O médico avisa que algumas famílias são mais predispostas a certos tipos de micro-organismos. Se a integridade da pele é afetada, você pode desenvolver um problema que nunca havia aparecido antes. E, acredite, pode até pegar gripe com mais facilidade.

Fonte: www.uol.com.br

sábado, 15 de novembro de 2014

Baleia pode explodir

Se você se deparar com uma baleia morta encalhada, não vá cortá-la, pois pode ter uma surpresa.


sábado, 8 de novembro de 2014

Diferenças entre cabra, bode, cabrito, carneiro, ovelha e cordeiro

Muitas pessoas tem dificuldade para diferenciar estes animais, aqui estão algumas diferenças entre eles:

Cabra é a fêmea do bode e o filhote deles é chamado cabrito.
O carneiro é o macho da ovelha e juntos geram os cordeiros.
Com relação a carne dos cabritos e cordeiros:
Os cabritos tem carne magra com coloração escura e os cordeiros apresenta carne clara, macia e rica em gordura.

Veja as imagens de cada um abaixo:
Bode
Cabra

Cabrito

Carneiro

Ovelha

Cordeiro

sábado, 18 de outubro de 2014

Clique Ciência: existe algum ser imortal na natureza?

Todo mundo aprende na escola que os seres vivos nascem, crescem, reproduzem-se e morrem. Para uma espécie de criatura que vive no mar, porém, morrer não faz parte, necessariamente, do destino. A não ser que seja abocanhada por um predador, a água-viva da espécie Turritopsis dohrnii pode viver indefinidamente. Sua capacidade de rejuvenescimento fez com que ela ficasse conhecida como "Benjamin Button" ou "Highlander" dos oceanos.

O primeiro cientista a revelar a suposta "imortalidade" dessa água-viva foi o então estudante de biologia marinha alemão Christian Sommer, em 1988. Mas o principal responsável pela fama de imortal dessa espécie é o japonês Shin Kubota, do Laboratório de Biologia Marinha Seto, ligado à Universidade de Kyoto.

Kubota dedica sua vida ao estudo da Turritopsis, entre outras criaturas marinhas, a ponto de receber grupos escolares com frequência no local onde vive, numa cidade litorânea na província de Wakayama. O pesquisador já compôs diversas músicas em homenagem à água-viva, cantadas à exaustão nos karaokês que frequenta e nos programas de TV e rádio aos quais comparece no Japão.

O cientista já esteve no Brasil, colaborando em pesquisas no Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da USP (Universidade de São Paulo). Segundo o diretor do centro Antonio Carlos Marques, que chegou a acompanhar Kubota num karaokê, a capacidade de rejuvenescimento da Turritopsis pode existir, também, em outras espécies do mesmo grupo. Porém, só foi bem documentada, até agora, nessa água-viva que virou a obsessão de Kubota.

Turritopsis faz parte do filo dos cnidários, também chamados de celenterados. Sua principal característica é a presença de cnidas, células onde fica a toxina que torna as águas-vivas, medusas e caravelas tão assustadoras. Nos seres humanos, o veneno de algumas espécies pode causar reações alérgicas e até choque anafilático.

As águas-vivas passam por duas fases em seu ciclo de vida: a de pólipo, quando ficam fixas em uma base, como uma rocha, e geram inúmeros descendentes por reprodução assexuada, e a de medusa, "produtos" da reprodução que nadam pelo oceano. "É como se fossem milhares de cópias nadando juntas, ou clones, que compartilham o mesmo genoma", descreve Marques.

Como células-tronco

A particularidade da Turritopsis é a presença de células não diferenciadas, análogas às células-tronco humanas. Elas são totipotentes, ou seja, podem se transformar em qualquer célula e compor qualquer tecido, e garantem um processo de regeneração contínuo a essas águas-vivas.  Ou seja: mesmo depois de atingir a fase adulta reprodutiva de medusa, seus tentáculos se degeneram e ela volta à fase larvar e imatura de pólipo. E assim sucessivamente. "Digo aos meus alunos que é o sonho de consumo de todo ser humano: rejuvenescer o tempo todo e poder voltar a ter pele de bebê, ou rejuvenescer seus órgãos e tecidos", comenta o professor.

Uma maneira de observar a "mágica" da Turritopsis é, curiosamente, induzir o estresse na água-viva. Em uma demonstração feita a um jornalista do The New York Times, em 2012, Kubota "esfaqueou" a medusa diversas vezes com um instrumento de metal. Depois de alguns dias, o repórter viu a criatura adquirir o formato de uma almôndega, gerar brotos e virar novamente um pólipo.

O processo também acontece sem o estímulo sádico: para um estudo sobre aTurritopsis publicado na revista Biogeography, Kubota acompanhou uma colônia durante dois anos e, nesse período, a viu renascer dez vezes. Nada mal para uma "highlander".

Ainda é cedo para dizer se o estudo dessa água-viva vai levar à descoberta de algum elixir da juventude. A própria promessa que há alguns anos ressoava sobre produzir órgãos inteiros com células-tronco ainda continua distante.

Mas o cientista Carlos Marques lembra que muitas conquistas existentes na sociedade foram fruto da observação de processos naturais, como é o caso da fermentação. Já o cientista japonês é mais otimista: ele não só acredita que a água-viva ajudará o homem a desvendar o segredo da longevidade como já manifestou que teme a aplicação precoce desse conhecimento, a exemplo do que ocorreu com a bomba atômica.

Alguns especialistas advertem que o termo "imortalidade", no caso dessa água-viva, é relativo. Ele pode ser usado porque a Turritopsis transmite o mesmo genoma indefinidamente, mas não com as mesmas células. Na mesma reportagem do The New York Times, um professor de ciências marinhas compara a criatura a um Benjamin Button que, depois de virar feto, volta a nascer. Apesar de ter o mesmo genoma, ele seria um novo ser, com células recicladas, novo cérebro e novas vivências. Não é algo muito animador para um ser humano que almeja a vida eterna, né?
Fonte: www.uol.com.br
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
Loading...